O perfume existe há cerca de 4.000 a 5.000 anos.
As suas origens remontam à antiga Mesopotâmia e ao Egito Antigo, onde o perfume era tido como uma conexão direta com os Deuses, por resta razão era somente usado por reis rainhas e soberanos, pelo alto custo de fabricação. Somente no final do século XIX o perfume se popularizou e ficou acessível à todas as classes sociais.
Atualmente, o perfume transcendeu a sua função original de apenas perfumar o corpo, tornando-se uma extensão da personalidade, uma ferramenta de bem-estar emocional e uma "assinatura invisível" de identidade.
As fragrâncias têm o poder de influenciar o estado emocional, acalmando ansiedades ou aumentando a autoconfiança e a felicidade. Aromas vibrantes podem trazer alegria, enquanto outros garantem sensação de conforto.
O olfato está diretamente ligado ao sistema límbico, responsável pelas memórias. Perfumes funcionam como "máquinas do tempo", capazes de nos transportar para momentos, lugares ou pessoas queridas do passado.
Desde a descobertas das notas sintéticas, os perfumistas não param de encontrar novas moléculas através de um processo complexo que envolve não apenas a criatividade artística, mas também rigorosas avaliações técnicas, de segurança e comerciais. Em primeiro lugar a molécula deve cumprir as normas da IFRA, International Fragrance Association, deve apresentar estabilidade e performance, e de como vai interagir com outros Ingredientes, se está de acordo com as regras de sustentabilidade e mais importante ainda, se vai causar impacto ambiental.